Conheça melhor os nossos oradores

 

Ciclo de Webinares

Veja mais informação sobre cada orador e os seus temas!

2 de Março – Brincar não é importante. É fundamental!

 Dr. Henrique Santos

Educador de Infância de Nomeação Definitiva do Quadro do Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena, na Malveira

Atualmente desenvolve a sua atividade como Coordenador de Projetos do Agrupamentos

Esteve, atá ao final do ano letivo de 2018/2019 na Sala Amarela do Jardim de Infância do Gradil.

Formador Interno do Centro de Formação Rómulo de Carvalho, em Mafra, e colaborador na Academia de Formação MR Terapias.
Membro do movimento “Envolve-te“, desenvolvendo atividades várias de formação, reflexão e análise pedagógica.
Parceiro e Consultor no Projeto de Intervenção Comunitária “Fábrica de Cidadãos“, integrado no Projeto BIP-ZIP da Câmara Municipal de Lisboa.

Docente nomeado para o Prémio Nacional de Professores 2007, Categoria Inovação.

Dinamizador das atividades de reflexão pedagógica, dirigidas a famílias, “Conversas Pequenas sobre Coisas Grandes”, “Conversar a Escola” e “Conversas sobre Educação” (Mafra).

Professor de apoio do projeto Acordar3, da responsabilidade do Ministério da Ciência e Tecnologia e do Ministério do Ensino Superior, que visou promover a formação de docentes em Tecnologias da Informação e da Comunicação.

Docente na Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich e na Escola Superior de Educação de Lisboa (ESELx) de 1999/2005.

Frequência do Doutoramento em Educação – TIC na Educação no Instituto da Educação – Universidade de Lisboa mestrando no Curso de Mestrado Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

 “Se não serve para brincar, não presta!”

Henrique Santos

 

“Quem chamou BRINCAR ao viver do miúdo foi o adulto. O miúdo, de tão demasiado ocupado a viver, nunca de tal palavra se lembraria”

Pedro Soares Onofre

 Todos nos dizem que brincar é uma forma de expressão das emoções. Ao brincar, expomos as nossas experiências, corrigindo-as, revivendo prazeres e resolvendo conflitos. Brincar é uma forma de encenarmos os medos, de nos resguardarmos de tristezas, de transgredir sem agredir.

Também nos costumam dizer que brincar estimula da criatividade, a imaginação, a linguagem e ajuda a pensar. Logo, o brincar vive entre a fantasia e a realidade, promovendo, também, a “cura” para muitos problemas.
Assim “vendo a coisa”, podemos dizer que é saudável expressarmos o nosso “eu” através da brincadeira, pois, deste modo, não precisamos de fugir dos sentimentos que nos incomodam.

A educação, dita formal, tem sido concebida segundo o modelo produtivo do adulto, interpretando os miúdos não segundo a natureza destes mas procurando torná-los “animais sábios”. Também nos deparamos atualmente com diferentes condicionalismos, sociais e laborais, que têm reduzido, em tempo e em espaço, a conviviabilidade entre os elementos da família.

A organização de espaços de formação sobre o brincar, baseados em dinâmicas práticas e reflexivas, permitem incorporar, nas práticas escolares e familiares, modelos de ensino/aprendizagem com base em modelos de desenvolvimento lúdico e pedagógico tendo por base o Jogo e o Jogar, bem como metodologias didáticas específicas.

Mas será que conseguimos obter resultados efetivos?
Tentaremos.
Se brincar é, por si mesmo, um espécie de terapia, vamos então à consulta!

10 de Março – O brincar terapêutico!

 DraFilipa Alvarez

Mestre em Play Therapy (MA), pela Universidade de Roehampton, Surrey University, Reino Unido. Mestre em Psicologia Legal e Licenciada em Psicologia Aplicada (área clínica) (Pré-Bolonha), pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa. 

Formada em Theraplay® (níveis 1 e 2),  em Dyadic Developmental Psychotherapy, Filial Therapy, Child Parent Relationship Therapy, Therapeutic Life Story Work e Integrative Sandplay Therapy Studies, áreas que informam a sua prática clínica. 

Sólida experiência clínica de mais de 20 anos nas áreas do trauma, perda, separação, vinculação e adoção quer em Portugal quer no Reino Unido. Trabalho relevante em várias Instituições Particulares de Solidariedade Social na área da proteção de menores e também de adultos vulneráveis. 

Atualmente, exerce funções como profissional independente nas áreas da Play Therapy e Supervisão Clínica (certificada e registada) no Reino Unido. Formadora externa do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa. Professora de yoga em vários estilos.

Vasta experiência em terapia e supervisão à distância, atendendo à localização geográfica de vários dos seus clientes e também de modo a ir ao encontro das necessidades e do ritmo da sociedade atual na qual reside. No entanto, a sua prática profissional (terapia / apoio psicológico, formação, supervisão clínica e Yoga) passou a ser feita à distância (tele-trabalho) na totalidade devido às restrições advindas da pandemia da Covid-19, com início em Março de 2020. Desde esta altura, tem participado em vários webinars (como oradora e ouvinte), formações e workshops em tele-terapia no contexto da pandemia. 

 

O brincar terapêutico está relacionado com o bem-estar da pessoa. O seu objetivo é ajudar a criança (e o adulto) a nível emocional, desenvolvimental e/ou comportamental.

Este brincar ajuda a pessoa a compreender melhor os seus sentimentos e emoções. Através do brincar, em contexto de terapia, é possível trazer à superfície situações traumáticas ou dificuldades da vida que permitem dar um sentido ao seu passado e lidar melhor com o futuro.

16 de Março – Brincar com os sete sentidos

 Dra. Maria Assis

Licenciatura Bietápica em Terapia Ocupacional pela Escola superior de Saúde de Alcoitão concluida em 2007.

Pos graduação em Terapia da Mão e Reedcação do Membro Superior, pelo Instituto Piaget em parceria com a Associação Portuguesa de Terapia da Mão (2009-2010)

Pós graduada em Integração sensorial, segundo Ayres (ASI®), pela CESPU em parceria com a 7 Senses, Associação Portuguesa de Integração sensorial (2014-2016)

Educadora clinica na Escola Superior de Saúde de Alcoitão desde 2015, para alunos internos e ERASMUS

Voluntáriado técnico na Ajuda de Berço.

Com 15 anos de prática profissional enquanto Terapeuta Ocupacional, em todas as faixas etárias com as mais variadas patologias. No seu percurso profissional trabalhou no serviço de Medicina Fisica e Reabilitação, onde atendia todas as faixas etárias com patologia neurológica, ortopédica e crianças com problemáticas do desenvolvimento.

Trabalhou complementarmente ainda em várias instituições de ensino especial e multideficiência, com crianças  e jovens , tendo uma abordagem orientada para o desenvolvimento de competências sensoriomotoras e autnomia para a vida diária em todas as áreas da ocupação.

Desde 2016, tem orientado a sua prática para as crianças e intervenção em Integração Sensorial, estando no momento em exclusivo a trabalhar com crianças com problemáticas de integração sensorial, desenvolvimento, aprendizagem e autonomia nas Actividades de vida diária na MR Terapias.

Brincar com os 7 sentidos

A Terapia Ocupacional tem especial foco no brincar pois é uma das ocupações significativas mais relevantes nas crianças, e a maior fonte de aprendizagem e interacção com o meio. Por outro lado, é no brincar que primeiramente utilizamos os nossos sentidos, e muitas vezes é nele que compreendemos e também intervimos nas questões sensoriais interferem no desempenho satisfatório da crianças nas várias áreas da ocupação.

A Teoria de Integração Sensorial segundo Ayres(ASI®), é uma teoria e abordagem desenvolvida por uma terapeuta ocupacional nos anos 70, Jean Ayres, que tem vindo a evoluir do ponto de vista clinico e cientifico até à atualidade, e que combina conceitos de desenvolvimento, neurociência, psicologia, e terapia ocupacional num processo para avaliar e intervir em no comportamento e desenvolvimento.

Esta, em Portugal, é uma formação certificada exclusiva da Terapia Ocupacional, no entanto é fundamental o reconhecimento da comunidade das questões sensoriais na criança de forma a que em equipa melhor possamos compreender as nossas crianças e promover um desenvolvimento e participação satisfatórias.

A Integração Sensorial é o processo neurológico pelo qual informação sensorial que chega do meio e do corpo, é processada, organizada e integrada. Ou seja, é a forma mais básica de aprendizagem sendo a base para toda o desenvolvimento de competências, aprendizagem escolar, comportamento e participação nas actividades.

Na abordagem ASI® as intervenções em crianças são sempre através do brincar com os 7 sentidos, contando com a sua motivação intrínseca e um envolvimento efetivo, para que haja realmente aquisições ao nível do processamento e integração das sensações de forma a promover uma resposta adaptativa ao meio, essencial para todo o desenvolvimento e aprendizagem.

São conhecidas 7 formas de sentir e organizar a informação que chega ao cérebro do o meio e o corpo, sendo elas: o sistema proprioceptivo (o que nos dá informações sobre a posição do corpo, músculos e articulações), o sistema vestibular, que nos dá informação sobre a gravidade e movimento, o tátil , auditivo,  ofativo e gostativo.

No Webinar  Brincar com os 7 sentidos, iremos aprofundar um pouco mais quais os sistemas sensoriais , como eles interagem e que implicações têm eles no brincar e na participação da criança nas suas actividades de vida diária.

24 de Março -Brincar muito a sério com a leitura e a escrita

 Dra. Isabel Peixeiro

Formadora de leitura e escrita, curiosa por natureza, dedicou-se à investigação científica durante muitos anos. O interesse pelo processo de aprendizagem levou-a a trocar os tubos de ensaio por palavras e projetos de escrita. Atualmente, dedica-se a contagiar as crianças com a sua paixão pela leitura e pela escrita e garante que tem o melhor trabalho do mundo.

 

 DraMargarida Fonseca Santos

Escritora e formadora, com fortes ligações à música, à pedagogia e ao teatro, trabalha igualmente o treino da mente. É responsável pelo projeto Histórias em 77 palavras, recomendado pelo Plano Nacional de Leitura 2027. Escreve livros para crianças e adultos e publicou, em fevereiro de 2019, o livro «Razões para escrever».

Brincar muito a sério com a escrita e a leitura

Estratégias para estimular a curiosidade pela escrita

A atitude que a maioria das crianças e jovens tem perante a escrita e, por acréscimo, a leitura, advém da falta da experimentação no texto, do jogo com palavras e significados. É aqui que propomos um novo olhar capaz de transformar a escrita num prazer, dando-lhe um caráter oficinal, levando ao gosto e à competição intrínseca saudável no apuramento do texto e da forma. Iremos, assim, partilhar com o grupo novas formas de pensar a escrita enquanto jogo e estratégia metacognitiva. Este é um trabalho que beneficia também de uma intervenção precoce, estendendo-se ao período pré-escolar onde se pode apostar no desenvolvimento da capacidade metalinguística e da curiosidade pela leitura e pela escrita.

Projeto Re-Word-It

A escrita e a leitura são ferramentas transversais a todo o ensino. Contudo, perdeu-se o entusiasmo, o gosto por ler e escrever, e, mais importante ainda, perdeu-se a curiosidade. O Projeto Re-Word-It – Brincar a Sério com as Palavras lança um novo olhar sobre a escrita e a leitura, levando-as ao prazer e à arte, de forma construtiva e ensinando a metacognição, para chegar a uma maior autonomia na aprendizagem. 

www.rewordit.pt

Tabela de preços

Preço por sessão: 7,50 €

Preço das 4 sessões: 25,00 €