Terapeuticamente falando

estratégias de comunicação com famílias em acompanhamento

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REGIME

Ensino à Distância

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DURAÇÃO

04 Horas

DATAS

NOVA DATA:

10 Abril 2021 | 14h30 – 18h30

INVESTIMENTO

€ 35,00

10% desconto

Alunos matriculados

Sócios da APTF ou SPTF

Desempregados

 

25% desconto

Grupos – 3 elementos

𝙁𝙖𝙘𝙞𝙡𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚 𝙙𝙚 𝙥𝙖𝙜𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤: 𝙀𝙣𝙫𝙞𝙚-𝙣𝙤𝙨 𝙪𝙢 𝙚-𝙢𝙖𝙞𝙡 𝙚 𝙘𝙧𝙞𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙪𝙢 𝙥𝙡𝙖𝙣𝙤 𝙙𝙚 𝙥𝙖𝙜𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤 𝙖̀ 𝙨𝙪𝙖 𝙢𝙚𝙙𝙞𝙙𝙖.

ENQUADRAMENTO

Muito raramente a criança e o adolescente procuram um serviço clínico por sua iniciativa, muitas vezes conhecendo o profissional sem mesmo saber o motivo desta nova relação. São os pais ou cuidadores quem procura a ajuda de um profissional, de uma forma voluntária ou mandatada por outrem – fatores que não podem ser alheios à intervenção.

Realizar intervenção na infância e na adolescência é pensar e trabalhar de uma forma sistémica, incluindo os pais, cuidadores e outras figuras de relevo nesta relação de trabalho em equipa. Por isso mesmo, numa relação terapêutica nunca somos apenas dois – o profissional e a criança/o jovem –, razão pela qual se revela tão importante estar disponível e capacitado para um contexto no qual a comunicação e a articulação com as pessoas externas à relação clínica primária são determinantes para o sucesso da intervenção.

OBJETIVOS DA FORMAÇÃO

No final da formação, os formandos deverão: 

  • conhecer e saber aplicar os princípios do Contrato Terapêutico;

  • identificar e caracterizar as principais tipologias de organização familiar encontradas na prática clínica;

  • articular a comunicação em terapia/consulta de acordo com as diferentes configurações familiares;

  • saber articular com entidades externas no âmbito dos acompanhamentos.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
  1. Contrato terapêutico
    • Princípios do Contrato Terapêutico;
  2. Comunicação e articulação com famílias 
    • As especificidades de trabalhar com crianças/jovens e suas famílias;
    • Os pedidos/motivos de consulta e a gestão de expectativas;
    • As configurações familiares mais observadas na clínica – caracterização e comunicação;
    • As famílias involuntárias/mandatadas e a articulação com entidades externas;
    • Quando não são as famílias os cuidadores?

 

EQUIPA PEDAGÓGICA

Ana Veríssimo

Dra. Ana Veríssimo

Licenciada em Psicologia, pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE-IUL) e Mestre em Psicologia Clínica, pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA – Instituto Universitário). Para além da experiência clinica – desenvolvida no Hospital Garcia de Orta, Unidade de Pedopsiquiatria, em atividade privada e presentemente na MR Terapias, Formação e Consultoria, Lda. desenvolveu atividade na área do Acolhimento Residencial Terapêutico, em funções clínicas, educativas, formativas, de coordenação e de direcção, em instituições privadas no âmbito do Sistema de Promoção e Proteção, e respetiva articulação com entidades com competência em matéria de infância e juventude, tais como Tribunais e respetivas equipas de apoio, CPCJ, ECJ, Segurança Social e outros equipamentos jurídicos, de saúde e educação da comunidade.

Membro, em formação, da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, e da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Autora e coautora de artigos e trabalhos de investigação clínica na área da saúde mental infantil, em formato de posters e comunicações orais. Tem como principais interesses de investigação e formação e áreas de trabalho a saúde mental infantil e juvenil, a neuropsicologia, a intervenção com famílias e nas perturbações de comportamento e da personalidade.

 

DESTINATÁRIOS
  • Terapeutas da Fala

  • Psicomotricistas

  • Terapeutas ocupacionais 

  • Alunos finalistas destes cursos